13 de Novembro de 2020

Até 23/11: Boletim IBCCRIM cadastra pareceristas para edição especial sobre decolonialidade, ciências criminais e direitos humanos
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O Boletim IBCCRIM recebe até dia 23 de novembro o cadastro de pareceristas para a edição especial “Descolonizar as ciências criminais e os direitos humanos”, que será lançada em fevereiro de 2021. Acesse o edital completo.

Interessados(as) em compor o corpo de avaliadores(as) devem preencher até o prazo final este formulário.


Conheça os requisitos necessários:

● Possuir Currículo Lattes atualizado (se brasileiro);

● Possuir titulação mínima de mestre em direito ou áreas correlatas;

● Possuir conhecimento específico acerca das ciências criminais e teorias pós-coloniais;

● Experiência em pesquisa e/ou docência, bem como produção bibliográfica na temática descrita no anexo 1 do presente documento;

● Disponibilidade para a realização dos pareceres no período estimado, conforme cronograma parcial presente no anexo 2;

● Concordar com as Diretrizes dos Avaliadores do IBCCRIM, disponível aqui.

 

Sobre o Boletim Especial

Serão selecionados 12 artigos que relacionem os campos da criminologia, do direito penal, do direito processual penal e dos direitos humanos com abordagens e perspectivas anticoloniais, pós-coloniais e decoloniais e/ou que dialoguem com o conjunto de ideias e práticas relacionados à descolonização e à decolonialidade. 

“Serão valorizadas abordagens e sensibilidades que centralizam a importância de narrativas locais e/ou tradicionalmente subalternizadas e a problemática inerente à tríplice colonialidade, especialmente quanto aos sistemas classificação social, racial e baseados em gênero e território”, explica o edital.

Não há exigência mínima de titulação para submeter artigos, mas os autores e autoras deverão ter currículo registrado na Plataforma Capes de Educação Básica e registro ORCiD.

Como forma de nortear os trabalhos, o edital sugeriu mais de 20 temas e abordagens possíveis para a edição especial, como o racismo estrutural nas ciências criminais e no direito penal, as possibilidades de descolonização de padrões criminológicos e da narrativa oficial dos direitos humanos, a criminalização de grupos e movimentos sociais e possibilidades de emancipação anticolonial ou decolonial, entre outros.