Ir para o conteúdo
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
Associe-se
Login
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
Associe-se
Login

Nota pública do IBCCRIM sobre a chacina do Guarujá

  • agosto 4, 2023

O IBCCRIM vem a público manifestar repúdio às graves violações de direitos humanos que vêm sendo noticiadas desde o último dia 28 de julho, quando teve início, na Baixada Santista, em São Paulo, a “Operação Escudo”, da Polícia Militar, que teria por objetivo capturar os autores do homicídio do soldado Patrick Bastos Reis e combater o crime organizado na região.

Ao menos dezesseis pessoas foram mortas desde o início da operação e, segundo denúncias feitas por moradores e líderes comunitários, as mortes não ocorreram em confrontos. Há relatos de que policiais militares vêm abordando pessoas nas ruas, invadindo casas, ameaçando e torturando moradores, e de que pessoas aleatórias foram executadas por serem egressas do sistema prisional ou por terem passagem pela polícia.

O homicídio de Patrick Bastos Reis deve ser investigado, para que sejam responsabilizados os seus autores. É absolutamente inadmissível, contudo, que a Polícia Militar de São Paulo aja fora dos limites legais, promovendo o terror e o extermínio de pessoas periféricas em retaliação à morte do soldado. 

É igualmente inadmissível que o Governo do Estado de São Paulo qualifique como “bem-sucedida” a operação, diante dos gravíssimos relatos de que essa seria a terceira ação policial mais letal da história do Estado. Como igualmente inaceitável a reverberação do discurso, neste momento, de que o uso de equipamentos de filmagem dos policiais em ação seja questionado, o que além de explicitar o discurso que coloca os agentes do Estado contra a população em geral, desqualifica os dados científicos e empíricos que atestam que o uso de tais equipamentos (como body cams) protegem não só os cidadãos como os próprios policiais. 

O IBCCRIM repudia os atos de violência estatal e entende que a “Operação Escudo” deve ser imediatamente interrompida pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, para que sejam evitadas novas violações.

É necessário que os fatos denunciados sejam investigados exaustivamente e de forma isenta, com a identificação dos responsáveis pelo comando da operação e a preservação cuidadosa das evidências. A Secretaria de Segurança Pública deve esclarecer, ainda, se os policiais envolvidos na operação portavam câmeras corporais durante a operação e deve garantir o acessos às imagens, de modo a viabilizar a persecução dos crimes decorrentes da ação policial.

É igualmente necessária a pronta atuação do Ministério Público do Estado de São Paulo para fiscalizar e prontamente atuar como órgão de controle da legalidade e de controle externo da aludida atividade da Polícia Militar. 

Cópia dessa manifestação pública será enviada via ofício aos órgãos públicos diretamente envolvidos no ocorrido e na imprescindível apuração que se aguarda: 

i. Governo do Estado de São Paulo

ii. Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo

iii. Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo.

Cabe reforçar que, além de acompanharmos atentamente o desenrolar das investigações, aguardamos pronta disponibilidade para sermos recebidos pelas autoridades, a fim de colaborar com o fundamental esclarecimento dos fatos. Nesse passo, o IBCCrim reforça o posicionamento de que é necessária a imediata interrupção da cruenta “Operação Escudo”.


Mais notícias

Corte IDH responsabiliza Brasil por negligência e uso de estereótipos raciais no caso da Chacina do Tapanã; IBCCRIM atuou como amicus curiae

fevereiro 2026

Boletim IBCCRIM chega à 400ª edição e consolida mais de três décadas de contribuição às Ciências Criminais

fevereiro 2026

IBCCRIM lança curso sobre Lei de Bets com análise atualizada dos impactos penais da regulamentação

fevereiro 2026
Seja associado(a)
Benefícios do associado:
  • Desconto em cursos/eventos
  • Biblioteca física e digital
  • Boletins e monografias
  • Desconto na revista RBCCRIM
  • Laboratório e Grupos de Estudos
Associe-se

Associe-se ao IBCCRIM

Ao se associar ao IBCCRIM, você apoia a difusão das Ciências Criminais, fortalece a defesa dos direitos humanos e tem acesso a uma ampla rede de conteúdo técnico, eventos, publicações e oportunidades acadêmicas. Associe-se e participe ativamente da transformação do sistema de justiça criminal no Brasil.

Faça parte e seja Associado(a)

Navegue

  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos
  • O IBCCRIM
  • Seminário Internacional
  • Educação e Eventos
  • Publicações
  • Biblioteca
  • Notícias
  • Contatos

Canais de atendimento

  • Telefone para contato: (11) 3111-1040
  • E-mail: atendimento@ibccrim.org.br
  • WhatsApp: +55 11 94327-8374

Redes

Linkedin Instagram Facebook Youtube

Nosso Endereço

  • Rua Onze de Agosto, 52 - 2° andar
Centro - São Paulo - SP - 01018-010

Inscreva-se em nossa Newsletter

@2025 IBCCRIM – Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – Todos os direitos reservados