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Peça teatral “Muros” estréia no Carandiru no dia 10 de dezembro.

  • dezembro 3, 2004

Espetáculo nos escombros do Carandiru – Pavilhão 02

Quem não sente certo fascínio por conhecer uma prisão e tudo que envolve esse universo? Há dois anos, quando a Penitenciária do Carandiru foi desativada e aberta à visitação, mais de 90 mil pessoas estiveram para ver o local onde o presídio funcionou durante 46 anos.

Agora é a vez da cultura adentrar os escombros do Carandiru. O Núcleo Panóptico de Teatro, formado por meio do Programa de Teatro nas Prisões da FUNAP, é composto por seis atores formadores, 10 egressos (ex-presidiários) e 10 presos do regime semi-aberto, que este ano montaram a peça Muros, criação livre e inspirada no conto “O Muro” de Jean Paul Sartre.

O texto da peça funciona como porta de entrada para um mundo pouco conhecido: a prisão. São abordadas as questões de presos políticos, luta por terras e igualdade social. A estrutura das cenas se constitui de uma série de quadros representados por palavras-chave: a miséria, o poder, o julgamento, a sentença, as ilusões, a cela, o desespero, o horror, a humilhação, a diversão, a resistência, a vingança, o pátio.

O espetáculo é realizado pela FUNAP, Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” de Amparo ao Preso e terá 111 apresentações gratuitas e abertas ao público, estreando no dia 10/12 no Pavilhão 02 do Carandiru.

Funap

Há 27 anos, a Funap – Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” de Amparo ao Preso, vinculada à Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, atua na inclusão social de presos e egressos do sistema penitenciário paulista por meio de educação, formação profissionalizante, geração de renda, cultura, esporte e apoio ao egresso.

A Fundação, que sempre focou suas atividades nas áreas de educação e trabalho, a partir de 1998, com o objetivo de utilizar a cultura como ferramenta de transformação humana, iniciou trabalhos na área da cultura com jogos teatrais que aos poucos foram ganhando corpo até o momento atual.

A missão da FUNAP é “contribuir para inclusão social de presos e egressos, desenvolvendo seus potenciais como indivíduos, cidadãos e profissionais”.

Núcleo Panóptico de Teatro

O grupo, que existe há seis anos, é coordenado por Jorge Spínola, educador do Programa de Cultura da FUNAP. O projeto tem o objetivo de transformar a realidade de presos e egressos, dando uma nova visão do mundo, com desenvolvimento humano, formação cidadã e reflexão sobre exclusão social.

Durante esses anos, o Núcleo realizou montagens das peças Auto da Compadecida e A Pena e a Lei, ambas de Ariano Suassuna; o Rei da Vela, de Oswald de Andrade; e Mulheres de Papel, inspirada no texto Homens de Papel, de Plínio Marcos. Essas apresentações ocorreram, em sua maioria, no próprio sistema penitenciário, mas o Núcleo já atuou nos palcos dos teatros Tuca, Sérgio Cardoso, Oficina e Maksoud Plaza.

Para esse espetáculo, o grupo de atores participou de jogos teatrais, aulas de expressão corporal e leituras dramáticas, além de ter se envolvido em todo o processo de criação da peça e dos personagens. Os atores também participaram de atividades como pesquisa, leitura, estudo de filmes e peças de teatro e foram estimulados a conhecer a obra de Jean Paul Sartre.

Muros

Direção:

Jorge Spínola

Texto:

Jorge Spínola

Com:

Núcleo Panóptico de Teatro

Realização:

FUNAP

Onde:

Casa de Detenção de São Paulo – Carandiru, Pavilhão 02

Endereço:

Avenida Cruzeiro do Sul, 2.620

Quando:

a partir de 10/12, às quintas, sextas, sábados e domingos, às 20 horas

Público:

120 pessoas por apresentação

Quanto:

gratuito – os ingressos devem ser retirados no local uma hora antes do espetáculo

Mais informações para imprensa:
Activa Comunicação
Fatima Capucci/ Cibele Martins
(11) 3034-3394
activa@activacomunicacao.com.br

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